
Um estudo apresentado no evento Brazil Windpower avaliou o potencial da infraestrutura portuária brasileira para atender à futura indústria de energia eólica no mar (offshore).
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O levantamento foi realizado pelos ministérios de Portos e Aeroportos e de Minas e Energia em parceria com a Agência Dinamarquesa de Energia.
Após triagem em 43 terminais, seis portos foram selecionados para análise detalhada: Pecém (CE), Suape (PE), Porto Central (ES), Açu (RJ), Imbituba (SC) e Rio Grande (RS).
Embora apresentem localização e estruturas favoráveis, nenhum deles está pronto para receber terminais dedicados sem investimentos adicionais.
Entre os principais gargalos estão a ampliação de áreas de estocagem e montagem de equipamentos e o reforço estrutural.
Como as obras de adaptação podem levar de cinco a sete anos, o estudo defende que o planejamento comece imediatamente, com foco em atualizar regulamentações e aprimorar o licenciamento ambiental até 2028 para viabilizar os projetos previstos para a próxima década.


