
A Funceme alerta que os açudes do Ceará podem não atingir bons níveis de recarga este ano, mesmo com chuvas dentro da média. O principal entrave é a falta de saturação do solo.
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Para que os reservatórios recebam água, é necessário que a terra esteja úmida o suficiente para gerar escoamento. Como a pré-estação foi seca, o solo está absorvendo a maior parte das chuvas atuais.
A probabilidade de aportes abaixo da média histórica chega a 60%. Atualmente, os 143 reservatórios monitorados pelo Estado operam com cerca de 38,5% da capacidade total acumulada.
A situação é mais crítica na região de Crateús, que registra apenas 9% de reserva. Já a Grande Fortaleza vive um cenário mais tranquilo devido ao estoque estratégico do sistema hídrico.
O governo monitora o cenário para possíveis intervenções caso as chuvas de fevereiro a maio não sejam suficientes. A prioridade máxima do uso da água continua sendo o consumo humano.
