
O Hapvida encerrou 2025 com receita líquida de R$ 30,9 bilhões, crescimento de 6,6% em relação a 2024. No quarto trimestre, o avanço do tipo foi de R$ 7,9 bilhões – alta de 5,9% na comparação com igual período do ano anterior.
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A base de beneficiários apresentou redução líquida na carteira de saúde no trimestre. O declínio foi, parcialmente, compensada pelo crescimento consistente dos planos odontológicos, que totalizaram 7,13 milhões de beneficiários, – adição líquida de 23 mil vidas no período.
O movimento reforça a prioridade de recalibrar portfólio, retenção, canais e execução comercial em determinadas regiões, sem abrir mão de disciplina de preço e sustentabilidade no longo prazo.
No período, o ticket médio dos planos de saúde atingiu R$ 301,40 por mês, com crescimento de 6,6% na comparação anual.
Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 19, por Jorge Pinheiro, CEO da companhia. “Apesar dos resultados pressionados, avançamos de forma consistente na qualidade assistencial. Agora, nossa prioridade é acelerar correções com disciplina e foco na execução”, disse.
Jorge Pinheiro destacou os pilares que vêm orientando a transição da liderança da empresa, marcada pela preparação de Luccas Adib, vice-presidente de Finanças e Tecnologia, para assumir o posto de CEO da Hapvida.
Jorge continuará no conselho de administração e, como disse na call, “confiante na evolução da companhia e na entrega de um próximo ciclo mais forte”.
De acordo com Luccas Adib, a agenda de 2026 está centrada em previsibilidade assistencial, aumento de produtividade da rede própria, disciplina de capital e maior consistência comercial.

