
O Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) inicia, neste mês, uma nova temporada do projeto Imagens Sonoras.
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A iniciativa, que completa dois anos em 2026, promove experiências sensoriais e reflexivas ao conectar álbuns icônicos da música brasileira à história e às artes visuais.
A abertura da temporada acontece no próximo sábado, 18, às 15h, com foco no disco Acabou Chorare, dos Novos Baianos.
O encontro será conduzido pelo pesquisador Régis Amora e contará com a participação especial do artista Daniel Peixoto, que comentará a estética e o contexto sociopolítico da obra.
O projeto utiliza as capas de discos como documentos históricos e estéticos.
A premissa é que as imagens das capas revelam narrativas visuais que dialogam diretamente com a sonoridade e o tempo em que foram criadas, permitindo uma imersão profunda na cultura nacional.
Consolidado no calendário cultural da cidade, o Imagens Sonoras já reuniu mais de 400 participantes em suas edições anteriores.
O projeto já recebeu convidados de destaque, como Vannick Belchior e Kátia Freitas, promovendo um espaço plural de escuta e troca de conhecimentos.
Idealizado por Régis Amora, artista e pesquisador premiado, o projeto busca ampliar o olhar do público sobre o que as imagens comunicam e o que silenciam.
Amora possui vasta trajetória na fotografia contemporânea e assina curadorias importantes no cenário artístico local e internacional.
A iniciativa reafirma o papel do MFF como um centro de experimentação e diálogo entre diferentes linguagens artísticas.
Ao unir música, fotografia e literatura, o equipamento cultural estimula a formação de público e abre espaço para novas percepções sobre a diversidade brasileira.
Inaugurado em 2017, o Museu da Fotografia Fortaleza tornou-se referência na preservação da memória visual.
Com três andares dedicados a acervos fixos e temporários, o museu conta com uma equipe multidisciplinar para garantir a manutenção de suas atividades culturais e administrativas.
Além das exposições, o museu mantém programas sociais e educativos de impacto, como o Museu na Comunidade e o Museu Acessível.
Essas ações fortalecem a relação com a população por meio de cursos, oficinas e visitas guiadas, democratizando o acesso à arte e à educação em Fortaleza.

