
O desembargador cearense Paulo Régis Machado Botelho, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (TRT-7), teve seu nome aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para compor o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
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Indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), ele agora aguarda a ratificação do plenário da Casa.
Após a votação em plenário, prevista para ocorrer até o dia 29 de abril, a última etapa será a nomeação oficial pelo presidente da República.
Se confirmado, o magistrado assumirá uma das 15 cadeiras do conselho em Brasília para um mandato de dois anos, atuando na fiscalização administrativa e financeira do Judiciário.
Durante a sabatina na CCJ, Paulo Régis destacou que sua gestão será pautada pela interlocução institucional e pela “escuta ativa”.
O magistrado reforçou que o CNJ precisa manter um diálogo constante com outras instituições brasileiras, com ênfase na cooperação direta com o Senado Federal.
Natural de Fortaleza, o indicado possui uma trajetória marcada pela dupla formação em Direito, pela UFC, e em Jornalismo, pela Unifor.
Com mestrado em Direito Constitucional e doutorado em Direito do Trabalho, ele ingressou na magistratura trabalhista em 1993 e foi promovido a desembargador em 2018.
Atualmente, Paulo Régis dirige a Escola Judicial do TRT-7, consolidando um perfil técnico e acadêmico respeitado no meio jurídico.
Sua indicação ao CNJ representa um reconhecimento à magistratura cearense e à justiça trabalhista no cenário nacional.
Além do desembargador, outros quatro nomes também foram aprovados pela CCJ e aguardam a análise final dos senadores.
O movimento faz parte da renovação periódica do colegiado, que é presidido pelo titular do Supremo Tribunal Federal (STF) e exerce papel central na governança do Poder Judiciário.

