
Embora ainda longe de serem definidas, as chapas que concorrerão ao Senado em 2026 no Ceará já apontam alguns critérios para a escolha dos nomes.
No caso da oposição, por exemplo, Capitão Wagner (União Brasil) segue como o mais forte para disputar uma das duas cadeiras.

Quem é Erivaldo Carvalho
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O outro pré-candidato, até aqui admitido, é Alcides Fernandes (PL), pai do deputado federal e presidente do PL-CE, André Fernandes.
Mas é para Wagner, consolidado nas pesquisas, que praticamente todos os olhos se voltam no circuito da centro-direita. E há novidades.
Critérios e nomes
De acordo com relatos de pessoas próximas a Wagner, as duas suplências do pré-candidato ao Senado devem ser distribuídas entre um político e um empresário.
A sequência sobre quem será o primeiro e o segundo suplente – se político ou empresário -, ainda está em aberto. A Coluna conversou com alguns nomes da lista de potenciais suplentes.
São citados o ex-vice-prefeito de Fortaleza, Gaudêncio Lucena, o empresário Prisco Bezerra e o ex-secretário de Turismo da Capital, Alexandre Pereira.
Constam, ainda, da lista, os ex-prefeitos Sávio Pontes (Ipu) e Raimundo de Freitas (Russas), além do ex-reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Cândido Albuquerque.
Há muitas conversas desencontradas nos bastidores – inclusive, sobre a candidatura, propriamente. Pelo menos dois dos seis acima pensam em se candidatar a titular – e não suplentes.
Aportar dinheiro para a campanha pode entrar nos critérios; há quem argumente capilaridade eleitoral. Alguns citam, até, histórico de amizade.
Forte expectativa
O frenesi em torno de Wagner – para além do que mostram as sondagens de intenção de voto -, tem relação direta com a pré-candidatura a governador do ex-ministro Ciro Gomes (PSDB).
Capitão da reserva da Polícia Militar do Ceará e estudioso do tema segurança pública, Wagner é visto como forte opção para o primeiro escalão na área de um possível governo cirista.
Significa que, na hipótese de o tucano chegar ao Executivo Estadual – e, também hipoteticamente, Wagner conquistar cadeira no Senado -, o hoje pré-candidato a suplente assumiria o mandato do titular licenciado.
Vimos isso acontecer, no Ceará – suplente tirar quase quatro anos no Senado -, até o iniciozinho do último mês de abril.
Mas, atenção: tudo isso depende de Wagner ser candidato ao Senado. Não está descartado ele ser vice de Ciro.
Mas isso é assunto para outra edição da Coluna.
A Coluna Erivaldo Carvalho é publicada de segunda a sábado.

