
Por Acrísio Sena
Os novos dados da ONU sobre o Índice de Desenvolvimento Humano mostram que o Brasil voltou a avançar. Pela primeira vez, o país alcançou o grupo de desenvolvimento humano considerado “muito alto”, chegando ao índice de 0,805.
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Esse resultado confirma que investir em educação, inclusão social e fortalecimento da renda do povo continua sendo o caminho certo.
Esses avanços não aconteceram por acaso. É resultado de políticas públicas que nasceram e foram retomadas com força nos governos do presidente Lula, voltando a colocar o povo no centro das prioridades.
Programas como o Bolsa Família, o Pé-de-Meia e a ampliação das escolas de tempo integral mostram que, quando o Estado investe em educação, inclusão social e oportunidade, a vida das pessoas melhora.
O crescimento do indicador educacional brasileiro é uma demonstração concreta disso.
No Ceará, também temos acompanhado de perto os efeitos positivos desse compromisso, especialmente com a expansão do ensino em tempo integral e da educação profissional, que ampliam horizontes para milhares de jovens.
Mas os números também nos impõem uma reflexão importante. Apesar do avanço geral do país, ainda persistem diferenças significativas entre homens e mulheres em indicadores de renda, oportunidades e qualidade de vida.
Isso mostra que o desenvolvimento precisa continuar sendo acompanhado por políticas públicas capazes de reduzir desigualdades históricas e ampliar oportunidades para todos.
Por isso, devemos comemorar os índices, sem perder de vista a luta por um desenvolvimento que chegue à periferia, ao interior e aos que mais precisam.
Porque desenvolvimento de verdade só existe quando vem acompanhado de justiça social, dignidade e igualdade de oportunidades para todos.
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