
O Palácio do Planalto avalia que o Brasil dificilmente escapará das novas tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos.
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A ameaça envolve taxas de 25% sob a chamada “seção 301” e mais 12,5% decorrentes de investigações sobre trabalho forçado.
Para diplomatas brasileiros, a aplicação da tarifa de 12,5% é considerada praticamente certa e atinge outros 59 países.
O governo norte-americano estaria buscando repor impostos que foram derrubados anteriormente pela Suprema Corte do país.
Fontes palacianas acreditam que Donald Trump não abrirá mão das taxas sem contrapartidas que favoreçam seu eleitorado interno.
Apesar da pressão, o governo brasileiro sinaliza que não fará concessões em temas estratégicos e sensíveis, como o sistema Pix.
A estratégia da gestão Lula agora deve focar na tentativa de isentar itens específicos da pauta de exportação, como máquinas e pescados.
A expectativa é reduzir os danos financeiros, já que boa parte dos principais produtos vendidos aos EUA não sofrerá impacto direto.


