
O senador Jaques Wagner (PT-BA) admitiu nesta sexta-feira, 26, manter uma relação pessoal com Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master.
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Apesar da proximidade, o parlamentar negou qualquer envolvimento com a empresa de consultoria de sua nora, que é alvo de investigações da Polícia Federal.
Wagner classificou a operação da PF como “espetacularização” e criticou a divulgação de fotos de valores apreendidos.
Ele também defendeu que o uso de caronas em aviões de empresários é uma prática comum que não configura troca de favores.
O afastamento da liderança do governo no Senado ocorreu após uma conversa direta com o presidente Lula.
O senador alegou que a decisão visa garantir foco em sua defesa jurídica sem prejudicar a articulação política do Palácio do Planalto.
O congressista confirmou ainda dois encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo um para apresentar o ex-ministro Ricardo Lewandowski.
Wagner reiterou que sua atuação foi apenas consultiva e não teme desdobramentos que o associem a escândalos financeiros.



