
A federação composta por União Brasil e Progressistas (PP) sinalizou que não deve apoiar oficialmente a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.
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A tendência é que as siglas adotem uma postura de neutralidade nacional, garantindo liberdade para que os diretórios estaduais definam seus próprios palanques em outubro.
A decisão foi motivada por recentes desgastes na relação entre o senador e as cúpulas partidárias.
Lideranças como Ciro Nogueira e Antonio Rueda demonstraram insatisfação com a falta de apoio público de Flávio após operações policiais e prisões que atingiram nomes estratégicos das duas legendas.
Além do fator pessoal, pesou a pressão de parlamentares do Nordeste que temem prejuízos eleitorais em bases onde o presidente Lula possui ampla vantagem.
O grupo avalia que um alinhamento compulsório com o bolsonarismo poderia inviabilizar candidaturas locais a governos e assembleias legislativas.
Apesar do recuo nacional, redutos como São Paulo podem manter a aliança para impulsionar nomes ao Senado, como o de Guilherme Derrite (PP).
Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras da Câmara Alta estarão em disputa, o que torna as composições regionais decisivas para a estratégia das siglas.
