
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu a segurança e a gratuidade do Pix nesta quinta-feira, 16.
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A declaração ocorreu durante uma coletiva convocada para rebater os argumentos dos Estados Unidos, que confirmaram um novo “tarifaço” de 25% contra o Brasil.
Washington alega que o sistema de pagamentos brasileiro restringe o comércio e favorece o Banco Central em detrimento de empresas americanas do setor.
Galípolo contestou a tese, afirmando que o Pix substitui métodos custosos e ineficientes, como o uso de cheques e dinheiro em espécie.
O presidente do BC destacou que a instituição já firmou termos de cooperação técnica com mais de 47 bancos centrais ao redor do mundo.
O objetivo é transferir essa tecnologia para que outros países, incluindo os próprios Estados Unidos, possam desenvolver sistemas de pagamentos instantâneos.
Para o governo brasileiro, o Pix é uma ferramenta fundamental para a modernização da economia e para a inclusão financeira da população.
Galípolo reafirmou que o banco seguirá investindo na evolução técnica do meio de pagamento para garantir um serviço cada vez mais ágil e seguro.
