
O impulsionamento de conteúdos nas redes sociais deve ser uma das principais ferramentas das campanhas eleitorais em 2026.
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Embora permitida por lei, a publicidade paga na internet exige o cumprimento rigoroso de normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral para evitar punições severas aos candidatos.
O estrategista político Stênio Muniz destaca que o uso dessa ferramenta requer atenção redobrada quanto aos prazos permitidos e à transparência na contratação.
Segundo ele, o descumprimento das regras de identificação do pagador ou a promoção de conteúdos vedados pode resultar em multas e até na perda do registro de candidatura.
Para obter resultados efetivos, Muniz ressalta que o investimento em tráfego pago deve estar alinhado a uma segmentação de público precisa e à produção de conteúdos relevantes.
Uma comunicação digital responsável e planejada é fundamental para fortalecer o diálogo com o eleitorado sem comprometer a segurança jurídica da campanha.
