
A economista Daniella Marques, conselheira de Flávio Bolsonaro (PL) para a área econômica, propôs nesta segunda-feira, 3, um corte de gastos equivalente a 1,5% do PIB brasileiro.
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A medida, que representaria cerca de R$ 190 bilhões com base em dados de 2025, visa recuperar a credibilidade fiscal e controlar a trajetória da dívida pública.
O plano inclui a criação de um Conselho Superior de Governança Fiscal e a revisão do atual arcabouço.
Daniella defende um “choque de gestão” por meio da modernização da estrutura administrativa e do enxugamento de ministérios e cargos públicos.
Entre as estratégias para gerar caixa, a auxiliar sugeriu a securitização da dívida ativa e a criação de um fundo imobiliário com bens da União.
Ela também destacou a necessidade de revisar estatais dependentes que apresentam prejuízos bilionários, como os Correios, e ampliar as parcerias público-privadas.
Cotada para assumir a vice-presidência na chapa de Flávio, Daniella afirmou ser uma honra ter seu nome lembrado para o posto.
Até o momento, o parlamentar ainda não oficializou quem ocupará a vaga, aguardando o fechamento de alianças partidárias definitivas.
