
O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu, nesta segunda-feira, 3, um parecer favorável à manutenção da convenção da Federação União Progressista no Ceará.
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O órgão manifestou-se pela validade da chapa majoritária composta por Ciro Gomes, Roberto Cláudio e Capitão Wagner para as eleições de 2026.
Além de validar o ato, o MPE opinou pela extinção da ação judicial por considerar inadequada a via processual escolhida pelos autores.
O parecer também afastou a necessidade de incluir a Federação Brasil da Esperança (PT) no caso, alegando que o Judiciário não pode interferir na autonomia das coligações.
O presidente estadual da federação, Capitão Wagner, afirmou que o novo posicionamento reforça que a condução do grupo respeitou a legislação e o estatuto partidário.
Ele destacou que aguarda um julgamento isento e técnico por parte do Tribunal Regional Eleitoral para encerrar a disputa jurídica.
No documento, a procuradoria sustenta a improcedência dos pedidos que visavam anular a aliança “Unir para Mudar”.
Com isso, o Ministério Público defende a soberania da decisão tomada pela federação na definição de seus candidatos ao Governo, Vice e Senado.
