
O União Brasil oficializou sua neutralidade na corrida presidencial deste ano durante convenção nacional realizada nesta terça-feira, 4.
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Com a decisão, os candidatos da legenda em todo o país ficam liberados para apoiar o presidenciável que melhor se ajuste às suas alianças regionais.
A postura acompanha o posicionamento do Partido Progressistas (PP), que integra uma federação com o União Brasil desde o início de 2026.
Como as siglas devem atuar de forma unificada no Congresso, a opção pela neutralidade foi considerada o caminho mais viável para manter a coesão interna.
A escolha do grupo impõe uma derrota estratégica à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que buscava consolidar uma aliança com o “Centrão”.
Com a decisão oficial, nomes fortes do PP, como a senadora Tereza Cristina, não poderão compor a chapa majoritária do parlamentar carioca.
Além da federação União-PP, o partido Republicanos também anunciou que não apoiará formalmente nenhum candidato ao Planalto no primeiro turno.

