
Economistas avaliam que a meta de crescimento do PIB acima de 2% em 2026 tornou-se pouco provável.
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A análise baseia-se nos dados recentes do IBGE, que mostram estagnação no setor de serviços e uma queda de 1,8% na produção industrial no mês de junho.
O mercado financeiro projeta agora uma expansão de 1,98%, segundo o Boletim Focus, divergindo do otimismo do Ministério da Fazenda e do FMI.
Analistas afirmam que a política de juros altos do Banco Central está cumprindo seu papel de frear o consumo para controlar a inflação.
O varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, registrou o quarto mês consecutivo de queda.
Esse desempenho sugere que os incentivos fiscais do governo não foram suficientes para compensar o encarecimento do crédito e o alto endividamento das famílias.
A desaceleração é vista por especialistas como um ajuste necessário para evitar o descontrole de preços.
O IBGE deve divulgar o resultado oficial do segundo trimestre em setembro, consolidando a tendência de perda de dinamismo da economia brasileira após um início de ano impulsionado pela safra agrícola.

