
As empresas do Ceará registraram um volume de R$ 689 milhões em fusões e aquisições nos primeiros seis meses de 2026.
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O montante representa um crescimento de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme pesquisa da KPMG.
Embora o valor financeiro tenha subido, o número total de transações caiu 40% no Ceará, passando de dez para seis operações.
Segundo especialistas, o mercado está mais seletivo e priorizando negócios de maior porte e relevância estratégica.
Os setores de tecnologia, mídia e telecomunicação lideraram as movimentações no território cearense.
Entre os destaques está a aquisição de 50% da Pedreira Taj Mahal, em Uruoca, realizada por uma subsidiária de uma mineradora canadense.
No cenário nacional, o mercado movimentou R$ 195 bilhões, seguindo a tendência de concentração em ativos de alto valor agregado.
O Ceará superou o crescimento percentual médio do Brasil, que registrou alta de 22% no volume financeiro negociado.

