
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a criticar a atuação de André Mendonça em decisões relacionadas à quebra de sigilos no caso Banco Master.
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Segundo Moraes, o colega estaria adotando critérios seletivos para definir quais informações podem ser acessadas pela investigação.
A manifestação ocorre em meio ao embate entre os dois ministros sobre o alcance das medidas de investigação.
Moraes sustenta que a análise dos dados deve seguir critérios uniformes, sem distinção entre os envolvidos no caso.
Moraes afirmou ainda que a liberação parcial dos documentos prejudica a transparência das apurações.
O ministro apontou que 180 documentos não foram disponibilizados e defendeu que o material seja submetido a uma análise uniforme.
A Procuradoria-Geral da República também questionou a liberação dos documentos. Segundo o órgão, 18 ações relacionadas ao caso continuavam sob sigilo.
Mendonça, por sua vez, negou ter omitido informações e afirmou que os documentos disponíveis foram divulgados.

