
A delegação de Cuba deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nesta terça-feira 22, durante o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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A saída ocorreu após o chefe da Casa Branca fazer novas críticas ao governo cubano.
Durante a fala, Trump afirmou que o regime comunista da ilha enfrenta a maior pressão de sua história. O presidente norte-americano também declarou que considera o governo cubano um “Estado falido” e disse acreditar que o atual regime chegará ao fim.
Trump ainda mencionou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao afirmar que ele estaria envolvido em negociações relacionadas a Cuba. O presidente não apresentou detalhes sobre os possíveis entendimentos entre Washington e Havana.
Em outro trecho do discurso, Trump afirmou que os Estados Unidos estão dispostos a utilizar força militar para defender seus interesses. A declaração ocorreu no contexto de uma fala marcada por críticas e ameaças direcionadas a diferentes governos.
Além de Cuba, o presidente norte-americano fez declarações sobre o Irã. Diante da delegação iraniana presente na Assembleia, Trump questionou a possibilidade de um acordo e mencionou a possibilidade de uma ação mais dura contra o país.
A retirada dos representantes cubanos ocorre em meio ao aumento das tensões entre Havana e Washington. O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, participa de uma agenda diplomática em Nova York durante a Assembleia Geral e tem criticado as medidas adotadas pelos Estados Unidos contra Cuba.

