
A ExpoCariri 2026, que ocorre entre os dias 29 a 31 de outubro no Campo Experimental da Embrapa, em Barbalha, consolida-se como o centro das atenções para a revitalização da cotonicultura no Ceará.
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Promovido pelo Sistema Faec/Senar e Sebrae, com apoio do Governo do Estado e da Embrapa, o evento reúne mais de 250 estandes para impulsionar negócios e difusão tecnológica no agronegócio regional.
A feira serve de palco para a Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) apresentar o Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura (Lei nº 19.410/2025).
O plano prevê R$ 6 milhões em investimentos até 2027 e a ampliação da área cultivada para até 4 mil hectares na segunda fase, utilizando sementes certificadas da Embrapa, suporte de assistência técnica e ações de defesa sanitária conduzidas pela Adagri.
A iniciativa ganha tração amparada pelos números positivos do setor.
Em 2025, o Ceará colheu 3.487 toneladas de algodão em 3.046 hectares, alcançando um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 12,76 milhões.
A Região do Cariri respondeu por 1.014 toneladas em 567 hectares, com VBP de R$ 3,23 milhões.
O município de Mauriti liderou a produção regional com 501 toneladas, seguido por Brejo Santo, Missão Velha e Milagres.
Além dos debates sobre a cultura do algodão, a programação da SDE na feira incluiu ações do projeto de ovinocaprinocultura e a Caravana do Agroexportador, reforçando o papel do Cariri como polo de modernização e inclusão produtiva no Nordeste.


