
A Secretaria de Segurança Pública informou que a contaminação de bebidas com metanol pode ter origem na compra de etanol combustível adulterado por falsificadores. A principal suspeita é de que o PCC esteja envolvido no esquema de adulteração e lavagem de dinheiro em postos de combustíveis.
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Segundo o secretário Guilherme Derrite, o crime organizado lucrava ao adulterar o etanol, que acabou sendo usado na produção ilegal de bebidas. O caso já resultou em cinco mortes, e parte das garrafas apreendidas continha até 45% de metanol, produto altamente tóxico.
Mais de 1,8 mil garrafas foram apreendidas, e cerca da metade das já periciadas apresentou contaminação. O dono de um bar confessou ter comprado bebidas de uma distribuidora clandestina que usava etanol adulterado na fabricação. O Ministério Público acompanha as investigações.

