
O grupo atualmente controlador do governo do Estado do Ceará deverá disputar as eleições de outubro com o atual governador Elmano de Freitas (PT) concorrendo à reeleição.
A atual vice-prefeita de Fortaleza, Gabriella Aguiar (PSB), é o nome para vice. O martelo está praticamente batido.

Quem é Erivaldo Carvalho
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Para o Senado, estão muito bem encaminhados o atual mandatário Cid Gomes (PSB) – disputando a reeleição -, ao lado da ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (Rede), concorrendo à outra cadeira.
A composição acima baseia-se em informações de fontes da Coluna, que nos últimos dias vinham rascunhando o desenho da chapa governista.
Caso o quarteto acima seja oficializado, ficam de fora – pelo menos, da titularidade -, Eunício Oliveira (MDB) e Chiquinho Feitosa (Republicanos), entre outros pretendentes.
Ainda não há informações concretas sobre os quatro nomes que ocuparão as suplências de senador – dois de cada futuro candidato.
CRITÉRIOS
A possível chapa acima atende a pelo menos dois critérios políticos, previamente alinhados entre governistas:
Primeiro: a tese de Cid, pela qual os aliados indicariam os integrantes da chapa conforme o peso político de cada um.
Assim, o PT, que lidera a gestão no Palácio da Abolição, indicou Elmano à reeleição; a segunda força, o PSD de Cid, decidiu por uma vaga ao Senado.
Terceira força política, o PSD de Domingos Filho ficaria com a vice ou a segunda vaga ao Senado. Nos bastidores do Palácio, a preferência era por Gabriella na vice. Domingos, seria o Senado.
E Luizianne? Até onde a Coluna apurou, a hoje deputada federal vai reforçar a presença feminina na chapa.
Outro diferencial seriam o carisma e a capilaridade eleitoral de Luizianne na Capital e Região Metropolitana de Fortaleza.
Já Cid chegou à chapa pela força e liderança políticas, particularmente entre prefeitos do Interior do Estado.
SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA
Várias camadas de análise política serão feitas nas próximas edições da Coluna. Mas já dá para antecipar que houve muito cálculo político para se chegar à eventual chapa.
A campanha promete ser uma das mais duras e imprevisíveis dos últimos tempos. Portanto, montar a chapa deixou de ser preferência e passou a ser método de sobrevivência política.
Nesse ponto, Cid no lugar do deputado Júnior Mano (PSB) e Luizianne em vez de Eunício podem ter sido decisões acertadas.
A ver.
Excepcionalmente, a Coluna Erivaldo Carvalho é publicada neste domingo, 31


