
O governo Lula se reúne nesta terça-feira, 2, para discutir as estratégias brasileiras diante da nova onda de tarifas anunciada pelo governo de Donald Trump.
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O encontro, liderado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, busca mapear os limites das negociações após os Estados Unidos recomendarem uma taxa de 25% sobre diversos produtos nacionais.
A decisão norte-americana baseia-se em uma investigação do Escritório do Representante de Comércio (USTR), que classificou as práticas comerciais do Brasil como “irrazoáveis”.
Embora a medida poupe setores como carnes e minerais, ela impõe barreiras severas a outros itens da indústria brasileira, com relatório final previsto para julho.
No Palácio do Planalto, interlocutores classificaram a nova taxação como “absurda”, embora avaliem que o impacto imediato possa ser menor que o esperado anteriormente.
O governo brasileiro mantém a postura de buscar uma solução diplomática, enquanto o USTR afirma que seguem ocorrendo negociações intensas entre os dois países.
Em paralelo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, prepara uma missão oficial aos Estados Unidos para dialogar com o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
A prioridade é garantir que a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas não gere sanções injustas contra bancos e empresas do Brasil.


