
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 135 representações por propaganda antecipada desde o início de 2026.
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O volume representa um salto de 335% em comparação ao mesmo período verificado nas últimas eleições presidenciais.
PT e PL protagonizam a maioria das queixas, que envolvem as pré-campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.
O uso irregular de inteligência artificial e a disseminação de “deepfakes” figuram como as principais causas do aumento da judicialização.
Recentemente, o tribunal determinou a remoção de vídeos que associavam os candidatos a ataques pessoais ou informações distorcidas.
Entre as decisões de destaque estão a suspensão de pesquisas eleitorais contestadas e a liberação de filmes biográficos.
Para enfrentar o cenário jurídico, as siglas investiram na contratação de especialistas de peso com trânsito nos tribunais superiores.
Enquanto o PL escalou a ex-ministra Maria Cláudia Bucchianeri, o PT reforçou seu núcleo com o advogado Ângelo Ferraro.



