
O governo federal decidiu renovar a cota de importação de carros elétricos semimontados e desmontados com isenção de impostos.
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Segundo o ministro Márcio Elias Rosa (MDIC), a medida visa garantir melhores preços no mercado e favorecer o consumidor brasileiro.
A decisão estabelece um volume de US$ 463 milhões em importações isentas por um período de seis meses, a partir de julho de 2026.
O governo defende que a iniciativa busca equilibrar os interesses do mercado sem desamparar a indústria nacional, que gera mais de 110 mil empregos.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) criticou duramente a medida, classificando-a como contrária aos interesses dos trabalhadores e fabricantes locais.
A entidade afirmou que a mudança foi feita de forma repentina e sem consulta prévia ao setor produtivo.
Apesar do atrito com as montadoras, o governo ressaltou que mantém o apoio à instalação de novas fábricas no país, como os projetos da BYD e Geely.
O Ministério do Desenvolvimento reiterou que o diálogo com a indústria permanece aberto para fortalecer a produção nacional de longo prazo.



