
Na última quinta-feira, 23, portanto, três dias antes das convenções do União Brasil, PP e Federação União Progressista (UP), a Coluna trouxe a informação do que aconteceria no final de semana. A saber.
Com o título “União Brasil volta a ser cobiçado por governistas no Ceará”, o texto detalhou a intrincada teia de interesses políticos locais e nacionais, envolvendo as atuais forças políticas.

Quem é Erivaldo Carvalho
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Neste domingo, o União Brasil e o Partido Progressista decidiram, em convenções partidárias, subir no palanque do governador e pré-candidato à reeleição Elmano de Freitas (PT).
No mesmo final de semana, a Federação União Progressista definiu apoiar a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) à chefia do Executivo Estadual. A confusão está garantida.
Como aqui já analisado mais de uma vez, Ciro, filiado a um partido atualmente inexpressivo, precisa do PL e do União Brasil para manter-se competitivo na disputa eleitoral de outubro.
Já tratamos aqui do imbróglio envolvendo o tucano e o partido de André Fernandes e Flávio Bolsonaro.
CHANCES MÍNIMAS
Voltando ao União Brasil. São mínimas as chances de a decisão da federação UP deste domingo ser revertida na Justiça Eleitoral.
A legislação é clara quando entrega à federação a ascendência e palavra final sobre alianças dos partidos políticos que a compõem.
Presidente da federação UP no Ceará, o candidato ao Senado, Capitão Wagner, está alinhado com a cúpula nacional do partido. Mas não é tão simples assim.
As convenções tratam de questões jurídicas e políticas. As primeiras parecem estar encaminhadas. As segundas seguem em aberto.
A chapa governista ainda não foi fechada. Surpreenderá ninguém se lá estiverem aguardando o desfecho da queda de braço no União Brasil.
Presidente do partido no Ceará, o deputado federal Moses Rodrigues é citado, mesmo que remotamente, como nome ao Senado.
Boa semana.
A Coluna Erivaldo Carvalho é publicada de segunda a sábado.
